Categoria: Estudar Direito

  • Como Estruturar o Estudo: Método Rafz

    I. PREPARAÇÃO – O FUNDAMENTO DO ESTUDO

    Por que estudar?

    Para começar, é necessário que você tenha objetivos. Para estudar ou fazer qualquer projeto, seja ele de longo, curto ou médio prazo, é preciso que você tenha um lugar onde quer chegar. E para ter um lugar onde quer chegar você precisa, antes de mais nada, investigar os seus desejos:

    Lista dos desejos

    1. Faça um a lista com tudo aquilo que você deseja.
    2. Categorize cada objetivo como curto, médio ou longo prazo.
    3. Busque informações que ajudem a “materializar” os seus objetivos no plano real. Questões que podem ajudar: Quanto vai custar? Quanto tempo vai levar para conseguir? O que preciso para chegar aqui?

    Depois disso você vai ter um bom panorama dos seus objetivos. Agora você precisa atribuir a cada objetivo uma data limite para conquistá-lo. Isso te dará um certo senso de urgência, mas também um certo senso de calma. Parece contraditório, mas é que ao invés de correr atrás de várias coisas de uma vez, você vai querer correr atrás do que é mais urgente primeiro.

    *Obs.: Objetivos mudam ao longo do tempo e circunstâncias também. Prepara-se para isso também.

    Diagnóstico inicial: Autoconhecimento e escolha de temas

    Bem, vamos agora falar sobre quais critérios usar para escolher o que estudar.

    São dois: (1) Isso está alinhado com meus objetivos? (2) Confiabilidade das fontes:

    (1) Isso está alinhado com meus objetivos?

    Você já tem a sua lista de objetivos. Utilize-a.

    (2) Confiabilidade das fontes.

    Você vai precisar de informações novas. Ou seja, onde estudar e o que é preciso saber para saber o que quero estudar? Nesse aspecto vale qualquer coisa que você considere confiável. No meu caso, sempre busco informações e currículos de cursos consagrados ou informações em instituições de ensino federais.

    Por que cada estudante precisa de um método próprio?

    Porque, de certo modo, não existe outra forma. As pessoas são diferentes. Suas formas de aprender também. Com esse texto não quero te ensinar a aprender, mas quero que você utilize o que lhe for útil e assim tome suas próprias decisões de estudo.

    Rotina e disciplina: O desejo é o segredo

    Não se pode construir um prédio sem que antes tenha-se posto os primeiros tijolos e depois se coloque vários outros dia a após dia.

    As pessoas tendem a acreditar que disciplina é uma coisa movida por “força de vontade”. Mas não é bem assim. A disciplina vem do desejo de se conseguir e/ou de se fazer algo.

    É preciso que você tenha muita consciência do que você deseja verdadeiramente e que dependa pelo menos 70% de você apenas. Então, comece a trabalhar nas variáveis que vão te levar aos 100%.

    A partir daí, você constrói disciplina: o desejo vai te levar a fazer o mesmo hábito até você chegar onde deseja. E, claro: o caminho já é parte de ser o que você quer ser.

    Hábito diário

    Isso aqui é importante!

    Digamos que você queira ser um ciclista… Nesse cenário, é preciso que você ao menos saiba pedalar. Ou que aprenda a fazê-lo. Depois, é preciso que você pedale todo dia. Todos os dias pedalados farão de você um ciclista.

    O que quero dizer é: hábitos se constroem no dia a dia. Diariamente. Ou seja: você precisa fazer pequenas coisas todos os dias. Tijolo por tijolo nasce o prédio.

    Prática diária

    Isso aqui também é importante!

    Por outro lado, o hábito é uma prática. E toda prática leva tempo, erros e, consequentemente, aprendizado: esteja preparado para os dias que você não vai fazer o que planejou. E planeje isso também.

    E mais, seja resiliente para voltar à prancheta de desenho e recomeçar de onde parou todas as vezes que você desistir. Planeje isso também. Tenha ao menos uma “prancheta de desenho”.

    Ambiente de estudo

    Para cada pessoa “organização” e “espaço” são coisas diferentes.

    Dito isso, tenha um espaço e um tempo organizados e dedicados aos seus objetivos. Organize-os e otimize-os de acordo com as necessidades que forem surgindo para você.

    Os artistas irão chamá-lo “ateliê”. Os químicos, “laboratório”. Os empreendedores “escritório”. Você dê o nome que quiser, mas tenha-o.

    4 Ferramentas indispensáveis para o estudo

    São elas, na ordem:

    (1) Fontes confiáveis de conhecimento

    Você vai precisar pesquisar nos lugares que você confia para encontrá-las. Podem ser, por exemplo:

    • Posts em blogs
    • Bons livros
    • Podcasts
    • Filmes
    • Cursos
    • Literatura
    • Museus
    • Professores
    • Mentores
    • etc.

    (2) Registro

    É preciso que você tenha algum suporte para registrar o que está aprendendo. Pois você vai precisar revisar isso depois. E não, não confie apenas na sua “cachola”. Podem ser:

    • Caderno
      • Universitário
      • Que usem o método Cornel
    • Caderno virtual
      • Obsidian
      • Goodnotes
    • Gravador de voz
      • Seu celular, por exemplo
    • Câmera
    • Caderneta de desenho
    • Sei lá, usa sua imaginação…

    (3) Revisão

    Aqui o babado é certo!

    A revisão é a mãe da parada. Você precisa revisar e precisa revisar ativamente. É preciso que você busque sempre se lembrar do que aprendeu. Eu sugiro esses caminhos aqui:

    • Exercícios
      • Listas de exercícios
      • Simulados
      • Testes
    • Ver outros resolvendo os exercícios
    • Flashcards
      • Anki é o melhor. Vou nem citar outro. MAS você pode fazer um sistema analógico…

    (4) Aplicação

    Se você não aplicar, você vai esquecer. Na verdade, aplicando você esquece, imagina não aplicando…

    Por isso, é preciso que você desenvolva maneiras de aplicar isso na sua vida cotidiana:

    • Rodas de debate.
    • Aplicando o conhecimento aprendido na própria vida.
      • Projetos próprios, por exemplo.
    • Extensão: ensine o que você aprendeu a alguém. Ou a si mesmo…

    II. PRÉ-PRODUÇÃO – PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO

    Planejamento semanal e diário

    Você precisa, antes de qualquer coisa, registrar o seu estado atual. Seu humor e seus hábitos.

    Há várias formas de fazê-lo. Eu gosto de fazer da seguinte:

    1. Crie um PING para cada hora do dia desde a hora que você levantar até a hora que for dormir. (Algo que te lembre a cada hora que você precisa registrar seu humor e seu hábito)
    2. Registre seu humor em uma tabela ou qualquer outro suporte. Pode ser complexo desde aquela da plataforma da Apple, até simples tipo escrever nas notas do celular “18h – Triste – Tarefas”.
    3. Faça isso por três semanas.
    4. Analise os dados buscando por:
      1. Qual horário me sinto mais feliz?
      2. Qual horário me sinto mais triste?
      3. Qual hábito faço todos os dias?
      4. Qual hábito me deixa feliz?
      5. Qual hábito me deixa triste?
      6. Qual hábito posso mudar?
      7. Qual hábito é inegociável?
      8. Quais horários afetam mais o meu humor?
      9. Busque padrões
    5. Eleja depois e anote-os no seu calendário:
      1. Os dias que você costuma ser mais produtivo.
      2. Os horários que você costuma ser mais feliz.

    *Obs.: Há vários aplicativos que podem te ajudar com isso. Mas você nem precisa tanto assim deles. Seja criativo.

    Blocos e categorias de estudo

    Nenhum ser humano consegue fazer apenas o que está diretamente relacionado com sua prioridade mais importante durante dias por horas seguidas, vários dias por semana.

    Você precisa variar. Esse é o pulo do gato: Varie de acordo com os seus outros objetivos que são menos urgentes. A ver:

    Joaquina tem 20 anos. Quer formar-se até os 25 e pretende comprar um carro até os 28.

    Joaquina precisa priorizar os estudos, mas não vai conseguir focar 100% do dia e da energia dela nisso. Ou seja, ela precisa correr atrás de formas de ganhar grana ou aprender a dirigir antes de conseguir o carro.

    Desse modo, ela pode organizar a rotina com dois blocos:

    1. Bloco Vestibular.
    2. Bloco Carro.

    Daí ela varia a rotina dela com coisas diferentes, mas com coisas diretamente ligadas aos objetivos dela. Isso faz com que ela se sinta ainda mais motivada para se formar aliás. Pois ela só irá conseguir o carro se se formar. Um desejo vai alimentar o outro e isso vai reforçar o compromisso e a disciplina dela com os estudos.

    Distribuição de conteúdos ao longo do tempo

    !Esse tópico será longo!

    Bem, é preciso que você saiba o que vem antes e o que vem depois na hora de estudar.

    Muitas vezes, cursos já fazem essa estruturação pra você e é preciso que você aproveite isso se tiver muitos focos de interesse.

    Vou me usar de exemplo:

    Estudo para o vestibular, estudo idiomas, leio livros, podcasts e vejo filmes. Como organizo tudo isso?

    Primeiro, tenho um horário destinado no meu trackeador de hábitos só para cada uma das atividades. Esses horários não são fixos. Eles são consecutivos: para estudar um idioma devo primeiro arrumar a cama, por exemplo. Isso já resolve muita coisa. Pois impede que eu tenha dúvidas sobre o que irei fazer a seguir.

    Depois, tenho uma estratégia diferente para cada frente:

    • Vestibular: Estudo pelo Descomplica e eles já fazem a organização das matérias que devo estudar primeiro e as que devo estudar depois. Eu apenas sigo o cronograma deles, mas no meu ritmo.
    • Idiomas: Há várias estratégias, na verdade.
      • Bunpro: Sigo a lógica do JLPT.
      • Duolingo: Faço as lições de acordo com a árvore do idioma.
      • Wanikani: Faço novas lições apenas quando tenho todas as revisões feitas.
      • Livros didáticos: Leio só depois que tiver feito os anteriores e na ordem que eu tiver feito uma curadoria ou que eu tiver visto em algum blog ou que alguém tiver feito pra mim. Não leio mais de um livro ao mesmo tempo.
    • Livros: Tenho uma lista com uma curadoria feita pelo chatGPT a qual eu vou acrescentando os livros que eu quero ler e ele vai me dando a ordem ideal para lê-los. Sempre que eu adiciono um livro novo à lista, ele me diz a posição ideal para aquele livro. Eu leio um livro por vez. De modo que eu estou sempre lendo um livro.
    • Podcasts: A mesma coisa dos livros, mas eles são episódicos. Então eu vejo um episódio de um podcast por dia. Depois recomeço a lista de novo.
    • Filmes: O mesmo que faço com os livros.

    Sistemas de acompanhamento e registro

    Agora que o bicho pega.

    É importante que você registre o conteúdo que você quer aprender com as suas palavras.

    O que me leva ao meu sistema para registro:

    1. Primeiro eu vejo a aula anotando tudo que eu achar relevante em uma nota do Obsidian já nomeada com o título da matéria. Claro que me valho das benesses do markdown.
    2. Coloco o título da nota do obsidian no Anki, como um cartão a ser revisado.
    3. Leio o livro com a minha annotation key:
      1. Anoto no livro com a caneta e marco colorido a página que foi anotada.
        1. Amarelo: Tema
        2. Verde: Argumentos e evidências
        3. Laranja: Dúvidas
        4. Rosa: Pessoal
    4. Ouço o podcast da mesma forma que leio o livro:
      1. Faço anotações no Goodnotes sobre tudo que eu achar interessante sobre o episódio.
      2. Reviso as anotações e marco colorido a página revisada.
        1. Amarelo: Tema
        2. Verde: Argumentos e evidêndias
        3. Laranjra: Dúvidas
        4. Rosa: Pessoal
    5. Levo tudo para uma tabela no Notion (mas poderia ser no excel também) com as seguintes colunas:
      1. Minha interpretação sobre aquela anotação.
      2. Cor do marcador da anotação
      3. Tags para o assunto que aquela anotação e parte do livro/podcast tratam
      4. página do livro/episódio do podcast
      5. Nome do livro/podcast do qual aquela anotação foi extraída.
    6. Faço a leitura sintópica filtrando a tabela pelas tags que criei.
    7. Produzo algo sobre aquele assunto.
    8. Reviso o Anki diariamente

    Rituais e gatilhos para iniciar o estudo

    Já dizia Skinner “um choquinho não dói”.

    Brincadeiras à parte, você precisa de rituais que vão te fazer manter os hábitos a pleno vapor.

    Muitos aplicativos utilizam os “streaks” para isso. Eles te motivam a continuar fazendo aquele hábito. Mas antes dos “streaks” você precisa fazer o hábito. E para isso os rituais são muito úteis.

    O que são rituais? São pequenas coisas que você faz antes de começar algo. Eu, por exemplo, sempre tomo café antes da primeira sessão de estudo. Isso é uma regra.

    Essas sequências de atos meio que colocam sua mente no mood para fazer aquilo.

    Administração do tempo disponível

    Não dá pra abraçar o mundo com as pernas.

    É preciso que você tenha muito claramente em sua mente que tempo é um recurso escasso e, como tal, necessita uma escolha entre: fazer o que eu desejo ou sla, jogar video-game e comer Doritos.

    Dito isso, pense que você reservou ou tem disponível apenas 2 horas de estudo diário. Preserve e respeite esse tempo para o estudo.

    Num cenário ideal você vai sempre estudar essas 2 horas todo dia no mesmo horário. Pois isso ajuda a reforçar o hábito. Mas a vida não é assim: ela muda. Seu horário pode aumentar ou diminuir ou mudar o período do dia. No entanto, esforce-se para preservá-lo ou aumentá-lo. Nunca diminuí-lo.

    Seja realista também. Não faça a louca: quando for montar a sua lista de hábitos a serem trackeados, não coloque mais do que suporta e esteja sempre pronto para revisar.

    Critérios de avaliação de um plano de estudo

    Como identificar se o planejamento está funcionando?

    Simples demais! Suas metas estão sendo realizadas? Você está constante? Você está satisfeito?

    Não seja bobo. Não confie na sua memória. Registre tudo. Para cada uma dessas métricas há uma forma de registro e acompanhamento:

    • Suas metas estão sendo realizadas?: É o mesmo que dizer “Você alcançou pelo menos 1 objetivo no tempo proposto?”. Se sim, parabéns! Se não, parabéns também! De volta à prancheta.
      • Como saber?: Trackeie seus hábitos com um aplicativo ou no papel ou em uma planilha.
    • Você está constante?: É o mesmo que dizer “em 3 anos você fez mais de 50% do que se propôs diariamente?”.
      • Como saber?: Trackeie seus hábitos com um aplicativo ou no papel ou em uma planilha.
    • Você está satisfeito?: É o mesmo que dizer “Registrando seu humor todo esse tempo, ele melhorou ou piorou?” não há felicidade e nem tristeza eternas… Mas você pode saber se ficou mais vezes triste ou mais vezes mais feliz com o passar do tempo.
      • Como saber?: Trackeie seu humor com um aplicativo, papel ou planilha.

    III. PRODUÇÃO – EXECUÇÃO DO ESTUDO

    Como é uma sessão de estudos prática?

    Eu utilizo o método Pomodoro: 25 minutos de estudo e 5 de descanso até completar um bloco completo de estudo. Por bloco completo quero dizer (1) Revisão do que gravei explicando para mim a matéria que aprendi no dia anterior; (2) Aprendizado de matéria nova; (3) Feitura de exercícios; (4) Gravação explicando o que aprendi para mim mesmo; (5) Revisão do Anki.

    Quando a disposição falta. O que fazer?

    Escute a si mesmo. Não estude. Respeite-se. Se aquilo não é importante pra você, não se obrigue. Descanse também, mesmo se aquilo for importante. A urgência do prazo e a importância que você atribui àquilo te trarão de volta.

    Estudo com ou sem som

    Algumas tarefas permitem a música e outras exigem o silêncio. Descubra qual funciona pra você. Eu mesmo só consigo ler quando estou concentrado e leio melhor em silêncio, mas em ambientes barulhentos eu uso sempre um fone com música ambiente.

    Métodos de fixação do conteúdo

    Faça exercícios e revise. É basicamente isso. Mas cuidado: A revisão precisa ser ativa. Você precisa buscar lembrar-se do que está buscando revisar. Para tanto, um método legal é o Feyman: Explique o conteúdo para alguém ou grave-se explicando o conteúdo para si mesmo. Se você sentir dificuldade, é porque ainda não aprendeu o que precisava.

    Outra forma legal é tentar aplicar aquele conhecimento a sua vida. Projetos pessoais ligados ao que você estuda são sempre bem vindos e usualmente mais produtivos na hora de reter aprendizado.

    Escrita à mão e o foco

    Handwriting é uma maneira excelente de focar no que você está estudando. Eu uso especialmente para prestar atenção nos episódios de podcast que escuto. Mas você pode usar para qualquer coisa que quiser focar sua atenção.

    IV. PÓS-PRODUÇÃO – REVISÃO, REGISTRO E INTEGRAÇÃO

    Registro e arquivamento do que foi aprendido

    Na hora de registrar as coisas aprendidas é essencial que você consiga fazê-lo com facilidade. Portanto, busque sempre integração entre as suas ferramentas e aplicativos. Faça backups de tudo, sempre que possível.

    Estratégias de revisão

    • Revisão espaçada: Use o Anki. Já falei disso.
    • Flashcards: Você pode criar um analógico ou usar o Anki.
    • Revisão Oral: Use o seu gravador e manda bala explicando o conteúdo pra si mesmo.

    Organização para consulta futura

    Tenha em mente que tudo o que você produz você vai precisar recuperar depois. Senão, por que produzir, afinal? De modo que estratégias para tornar suas anotações perenes em compêndios ou nas tabelas do Notion, já citadas nesse post, são sempre boas estratégias. Tente criar o seu método para garantir que você vai poder recuperar suas informações, notas, fotografias e áudios muito tempo depois deles terem sido feitos.

    V. DIVULGAÇÃO – EXPRESSÃO E COMPARTILHAMENTO DO CONHECIMENTO

    Um dos braços do aprendizado é a “Extensão”. Que nada mais é do que ensinar o que se descobriu a alguém que não sabia. Esse blog é uma forma de extensão. Ou seja, ensine alguém sempre que possível. Isso vai ajudar a consolidar o seu conhecimento! Caso você precise de ideias, pode tentar:

    • Criar um blog;
    • Fazer um podcast;
    • Conversar com alguém curioso sobre o assunto (não seja palestrinha);
    • Projetos paralelos ao seu estudo;

    VI. MELHORIA – APERFEIÇOAMENTO CONTÍNUO DO MÉTODO

    Se você percebeu que estava fazendo algo errado, significa que você aprendeu que existe um jeito certo e que não é aquele: Você está crescendo, aprendendo!

    Portanto, não tenha medo de adaptar o seu método, de mudá-lo e/ou até de abandoná-lo. Faz parte.

    É isso. Espero que lhe seja útil.

    Beijinho, beijinho e tchau, tchau!

    Rafz Milhomens